terça-feira, 3 de março de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Sobre mundos ainda desconhecidos #7 - a miséria e a estrada


Quando eu sentí que as trevas e tristezas
iriam nos afastar novamente,
Eu fui lá fora, ví a verdade e voltei para trás
para aquele nosso velho lugar
esquecido no tempo
E eu sei, são tempos renovados
estes que nos tomam por completo
E me sinto em casa novamente
Minha mãe se sentou ao meu lado,
na cama em que sonhava e dormia
e me dava toda sua luz
que um dia conquistou na vida
Eu com minha cabeça cheia de vento
Não entedia ao certo
nunca vou me esquecer disso
Aqueles eram tempos de miséria em nossos lares
mas de amor em nossos corações
Uma mesa cheia de pratos vazios
nossos olhos se cruzavam sorriam
Por acreditar sempre em um amanhã
Que ela talvez nunca veria
E eu um dia voltaria àquela casa
com a certeza de que minha mãe
havia descansado
Pois a estrada para casa era longa e doentia
A lua me cobriu
mais do que eu poderia esperar
leve como uma pluma nos arredores dos sentidos
Eu olhei tudo em volta
E voltei à caminhada da vida sem destino
Esperando que ela estivesse comigo
invisível e eterna
neste caminho longo e doentio
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Para breve.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
post ébrio
Estes dias me proporcionei um prazer que não sentia há tempos: Criar, recortar colar e montar um simples bonequinho de papel.
Me lembrei dos tempos infantís, cheios de sonhos e delírios inocentes. Das tardes criando um mundo novo, exatamente como me sinto hoje, criando personagens.
Quero ser devorado por este novo velho mundo, que eu sinto saudades e que vejo trasparecer através da névoa na estrada que corre e que me escorre.
Hoje tenho só uma certeza:
Mergulhei no mundo e não posso mais voltar à superfície. Me afogo de vez, então.
divirtam-se:
Me lembrei dos tempos infantís, cheios de sonhos e delírios inocentes. Das tardes criando um mundo novo, exatamente como me sinto hoje, criando personagens.
Quero ser devorado por este novo velho mundo, que eu sinto saudades e que vejo trasparecer através da névoa na estrada que corre e que me escorre.
Hoje tenho só uma certeza:
Mergulhei no mundo e não posso mais voltar à superfície. Me afogo de vez, então.
divirtam-se:
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
intervalo #1
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
exercício de animação #3
Um dos primeiros experimentos de animação.
Musica de Tom Waits.
Tempo gasto: 8:35h.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
sobre mundos ainda desconhecidos #6 - sobre onde seguiremos
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
sobre mundos ainda desconhecidos #5 - dando asas aos sonhos com a coragem que persiste.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
sobre mundos ainda desconhecidos #4 - Como um respiro no meio da noite

Meu novo ano é de dúvidas, ansiedades, sonhos e esperanças de respiros mais profundos, mais confortantes.
Não quero ficar esperando que tudo aconteça pois posso ficar esquecido no vácuo da estrada onde poderá passar tudo. Não vou ficar olhando pela janela da noite, fantasiando e me iludindo, vou entregar aos dias minha carne e coração acelerado de ansiedade.
Quando olhar pela janela com a chuva lá fora, será para admirar os ventos que sopram e nos levam livres pelos ares da vida e do mundo.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
sobre mundos ainda desconhecidos #3
Voltando aos dias criativos.
Me sinto aberto a novos mundos, novas cores e texturas. Redescubro o que nunca me foi invisível, mas sim adormecido. Que saia de mim o mundo que não me cabe, ou que cabe a mim expelir, construir, constelar. Fazer do meu interior o interior do mundo e das cores nos meus olhos, as cores da realidade.

O observador do rio ganges - sobre fotografia gentilmente cedida por Madhumita Marina - uma pessoa iluminada.
Me sinto aberto a novos mundos, novas cores e texturas. Redescubro o que nunca me foi invisível, mas sim adormecido. Que saia de mim o mundo que não me cabe, ou que cabe a mim expelir, construir, constelar. Fazer do meu interior o interior do mundo e das cores nos meus olhos, as cores da realidade.

O observador do rio ganges - sobre fotografia gentilmente cedida por Madhumita Marina - uma pessoa iluminada.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
pausa pro café (parodiando minha amiga Jana do blog que leva este nome)
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
pequenas doses de prazer
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Depois de terminar a leitura de "Black Hole" de Charles Burns e me sentir completamente abalado com tudo.

Eu não cosigo me lembrar
a última vez que passei por aqui
foi há muito tempo
quando me ferí pra te segurar
por pouco, não foi tempo demais
Eu não me lembro quando pensei em voltar
foi uma armadilha do tempo
que me feriu a alma e nosos corações
E todos que nos diziam
que o tempo era justo
não andam mais pelas terras do mundo
Eu tenho que acreditar que as coisas são amáveis
Que eu vivo mais que isso
Que não choro pela vida dos outros
Eu serei mais que isso
E o curso que um dia
me levou ao redor das coisas
por tudo que existe
me deu um toque
que me fez ver a verdade
De minhas mãos para os meus olhos
de minha carne para o infinito
A diferença está no indivisível
Mas a vida tem se mostrado
bem mais ingrata pra mim
eu realmente sinto isso
Somente de onde vc está
E eu estarei
se existir um sentido
mostraremos nossa face
Para o mundo venenoso
Somos mais do que mentiras
Mais que pesadelos
Eu tento acreditar mais nisso
Eu viveria mais que isso
Eu choraria menos no final
Eu serei mais que isso.
Alguém se aproxima do dia
E diz ser alguém para mim
Somente porque teve vontade
E eu sou mais que isso
E eu sou mais que isso
Como serei mais do que mim mesmo
E você me pergunta onde estaremos
Se você puder
Vamos à frente
E se vão os medos
E se vão os transtornos
Eu lhe dou uma chance
Pra fugir sem mágoas
Deste mundo cercado
E a questão é
E a questão é
você aceitaria?
sábado, 13 de dezembro de 2008
longe de nossos olhos
Poster
Tédio...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Mar de outubro
Quando o seu sorriso brilhou rumo ao olhar de meus pesadelos, uma fagulha ascenou do meio do escuro dos meus olhos. O abismo que existia entre meu mundo e eu mesmo, os medos, as farpas e maus passados, foram varridos com ventos de outubro. São poucas palavras, mas dizem de toda uma revolução pessoal, me pergunto porque não tinha lhe dedicado estas palavras até agora...
obrigado! Vamos em frente!!
obrigado! Vamos em frente!!
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Novamente sobre estes dias
Uma semana fria, muito fria.
Não que o clima estivesse realmente, mas foi assim que me sentí ultimamente. Enquanto meu interior estava a ponto de explodir, o mundo aqui fora estavam monótono e minhas reações às coisas fugiam de meu controle. E eu, na semana de meu aniversário, me sentí o menor possível.
Talvez não porquê os amigos estejam distantes, mas porque tenho medo que minha vida esteja acontecendo toda sobre uma esteira, que me leva pra lugares pré-determinados e me faz ter o mesmo, todos os dias.
Estou prestes a abandonar estes dias, viver de verdade e estar presente no meu mundo e no das pessoas que me cercam ou cercavam.
Dentro de 18 dias o trem pára e eu aceno para todos:
- pessoal, estou de volta!
Mas me pergunto:
Meus amigos estarão lá ainda? Serão os amigos, ainda amigos?
Assinar:
Postagens (Atom)















